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![]() Todos nós nos perguntamos, em certo ponto, por que fomos postos no mundo e qual é o propósito da vida. É claro que existem várias visões sobre este assunto e vamos citar apenas três possibilidades. A primeira é a visão humanista, que afirma que você deve fazer todo o possível para atingir seu pleno potencial, que deve lutar para ser o melhor que puder. Em segundo lugar, os fundamentalistas afirmam que o propósito e a razão supremos do Homem, para viver, é glorificar seu Criador. A terceira, como ensinaram e demonstraram, com seus exemplos, muitos grandes líderes através da história, é servir seus semelhantes. Jesus de Nazaré, Buda, Maomé, Madre Teresa e Albert Schweitzer são exemplos de pessoas que dedicaram suas vidas ao serviço dos outros. Qualquer que seja a visão da sua preferência, existe muita sinergia e consistência em todas essas abordagens. Pode-se argumentar que servir os outros é o maior desafio aos talentos e habilidades individuais. Também é útil glorificar nosso Criador trabalhando com as pessoas e ajudando-as a sair da pobreza, do desespero e das fraquezas humanas tão comuns no mundo de hoje. Quer você acredite que seu propósito na vida é atingir seu pleno potencial, glorificar nosso Criador ou servir aos outros, ele somente poderá ser alcançado através de sacrifício pessoal, esforço persistente e relações cooperativas com os outros. Você precisa encontrar alguma coisa maior e mais nobre que você, uma causa que agite suas emoções como nenhuma outra. Cada um de nós deve lutar para tornar este mundo um lugar melhor que aquele que encontramos. E cada um de nós deve decidir que contribuições podemos fazer. (do livro Pense como um Vencedor, do dr. Walter Doyle Staples, Editora Pioneira, 1995) AINDA TOMAREMOS UM CAFÉ ![]() Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golfe. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e, imediatamente, todos disseram que sim. O professor então, pegou uma caixa de bolas de gude e a esvaziou dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim. Em seguida, pegou uma caixa de areia e a esvaziou dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio. O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia. Os estudantes riam da situação, quando o professor falou: "Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas. As bolas de golfe são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade. As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc. A areia representa todos as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golfe e para as de gude. O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade. Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito........ Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golfe em primeiro lugar. O resto é apenas areia." Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café. O professor respondeu: " que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo Bom Karma ![]() Dalai Lama Instruções para a vida 1. Tem em conta que os grandes amores e enganos comportam um grande risco. 2. Se perderes, não percas a lição. 3. Aplica a regra dos 3 erres: Ø Respeita-te a ti mesmo, Ø Respite os demais, e Ø Responsabilíza-te pelas tuas ações. 4. Recorda que, às vezes, não conseguir o que queres é um maravilhoso golpe de sorte. 5. Aprende as regras para que saibas incumpli-las quando convenha. 6. Não permitas que uma pequena discussão afete uma grande relação. 7. Quando descobrires que cometeste um erro, toma imediatamente as medidas necessárias para corrigi-lo. 8. Passa algum tempo sozinho todos os dias. 9. Abre os teus braços à mudança, mas não abandones os teus valores. 10. Recorda que, às vezes, o silêncio é a melhor resposta. 11. Vive uma boa vida honrada. Depois, quando fores mais velho e olhares para trás, serás capaz de desfrutá-la de novo. 12. Um ambiente de amor no teu lar será a base para a tua vida. 13. Quando não estiveres de acordo com os teus seres queridos, preocupa-te unicamente com a situação atual. Não faças referências a anteriores disputas. 14. Compartilha os teus conhecimentos. É a forma de conseguires a imortalidade. 15. Sê bom para com a Mãe Terra. 16. Uma vez por ano, visita um lugar a que nunca tenhas ido antes. A VIDA ![]() "Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade. Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém. Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; Até que você volte para a faculdade; Até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra; E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO... Lembre-se: "Felicidade é uma viagem, não um destino". (Henfil) MUTANTES ![]() "Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos! Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificados por eles. Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente. A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida. A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse. Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo - a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria. Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição. Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos. A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido. O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia. Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse: "Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos." Você quer saber como esta seu corpo hoje? Lembre-se do que pensou ontem Quer saber como estará seu corpo amanhã? Olhe seus pensamentos hoje! Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você! Autor: DEEPAK CHOPRA É indiano radicado nos EUA desde a década de 70, médico formado na Índia, com especialização em Endocrinologia nos Estados Unidos. Filósofo de reputação internacional, já escreveu mais de 35 livros, um dos mais respeitados pensadores da atualidade. ERGA-SE ![]() Sabe aquele momento que a gente pensa que chegou no limite das próprias forças e que não vai mais conseguir avançar? Quando não contemos as lágrimas (e nem devemos!) e tudo parece um grande vazio... Esse momento que, não importa a nossa idade, pensamos que já é o fim... e um desânimo enorme toma conta da gente... Esse momento, ao contrário do que parece, é justamente o ponto de partida!!! Se chegamos a um estado em que não avançamos mais, é que devemos provavelmente tomar uma outra direção. Quando chegamos a esse ponto de tal insatisfação é sinal de que alguma coisa deve ser feita. Não espere que os outros construam pra você, planeje e faça! Você é responsável pelos próprios sonhos e pela realização destes. Nas obras da vida não precisamos de arquitetos para planejar por nós. Com um pouco de imaginação e um muito de boa vontade podemos reconstruir sozinhos a casa que vamos morar e o futuro que nos oferecemos. É humano se sentir fragilizado às vezes e mesmo necessário para que tenhamos consciência que não somos infalíveis, não somos super-heróis, mas seria desumano parar por aí. E injusto. Para os outros, mas principalmente para consigo mesmo. Recomeçar é a palavra! Recomeçar cada vez, a cada queda, a cada fim de uma estrada! Insistir!... Se alguém te feriu, cure-se! Se te derrubaram, levante-se! Se te odeiam, ame! Erga-se! Erga a cabeça! Olhando pra baixo só podemos ver os próprios pés. É preciso olhar pra frente. Plante uma árvore, faça um gesto gentil, tenha um atitude positiva. É sempre possível fazer alguma coisa! Não culpe os outros pelas próprias desilusões, pelos próprios fracassos. Se somos nossos próprios donos para as nossas vitórias, por que não seríamos para as nossas derrotas? Onde errou, não erre mais! Onde caiu, não caia mais! Se você já passou por determinado caminho, deve ter aprendido a evitar certas armadilhas. Então, siga! Dê o primeiro passo... depois caminhe!!! Tenho certeza que a felicidade não mora ao seu lado, nem à sua frente, ela está junto de você! Descubra-se, faça-se feliz e tenha um lindo dia! (Letícia Thompson) Para melhor viver a morte de um filho ![]() Entre todos os lutos, o mais difícil é sem dúvida aqueles dos pais que perdem um filho quer seja por acidente, doença, aborto ou durante a gravidez. Deve-se considerar alguns pontos muito importantes: 1 - A morte de um filho provoca um luto profundo porque os pais se identificam muito com os filhos e vêem-nos como a sua continuação e o seu futuro. Além disso, como os pais são os primeiros e principais responsáveis pelo crescimento e proteção do seu filho, quando ele morre, sentem que falharam na sua tarefa e obrigação e isto os faz experimentar uma grande culpa. 2 - Acontece muitas vezes que, derrotados por este sentimento de culpa, um dos cônjuges tem tendência a acusar o outro da morte do filho (a). Mesmo que essa acusação nem sempre seja claramente expressa. ela faz-se sentir por uma falta de paciência e irritabilidade para com o culpado". 3 - É freqüente verificar-se, após à morte de um filho, uma quebra de comunicação entre os pais. Um deles, em vez de conseguir escutar o outro, exige que este reprima os seus sentimentos: "Para de chorar... deixa de falar nele(a), isso não o(a) fará voltar..." Este, não se sentindo compreendido naquilo que está sentindo, tem tendência a deixar de comunicar 4 - Muitas vezes o luto dos pais é feito de forma completamente diferente e até oposta. Cada um, por sua vez, vive período de dor aguda seguidos de certa melhoria. Mas quando um consegue atingir esta fase, sente-se arrastado pelo outro que entra numa nova fase de "depressão”. É assim que, para evitar esta dolorosa situação, os cônjuges chegam a evitar-se um ao outro. 5 - Os pais têm que perceber que são pessoas únicas e que vão viver o luto de forma diferente. Um poderá exprimir abertamente as suas emoções enquanto que o outro as recalcará. Um começará a trabalhar sem parar enquanto que o outro se sentirá sempre cansado. Um gostará de lembrar recordações e o outro há de querer esquecê-las. É preciso muita compreensão e tolerância para deixar que cada um faça o seu luto à sua maneira, sem se sentir ameaçado. 6 - A intensidade do luto varia de acordo com a relação que cada um mantinha com o seu filho, as aspirações e expectativas sonhadas para ele (a). A intensidade emotiva do luto de um dos pais poderá parecer desproporcionada em relação à do outro. 7 - A morte de um filho pode perturbar a vida sexual do casal. Num pode verificar-se um aumento de apetite sexual enquanto que no outro acontecerá o contrário. E esta perturbação pode durar até dois anos após a morte do filho. É muito importante que, desde logo, haja um diálogo franco entre os cônjuges a respeito da sua vida sexual. Por vezes, é necessário recorrer à ajuda de um profissional. 6 - As mudanças súbitas provocadas pelo luto de um filho podem ser fonte de mal entendidos e conflitos entre os cônjuges. Um deles poderá entrar num estado de confusão não sabendo como adaptar-se à evolução rápida do outro. 9 - Para atravessar a dor da morte de um filho, o casal terá por vezes que procurar o ajuda de um profissional. 10- Fala-se muitas vezes de uma gravidez que não chegou ao fim como de "um Deus silencioso" porque esta perda passa despercebida. É um luto que, embora seja vivido de forma dolorosa principalmente pela mulher não é conhecido ou reconhecido pelas pessoas com quem ela convive. Acontece que a mãe em luto evita falar no assunto e guarda com ela a sua tristeza, Isto pode dar origem ao desenvolvimento de perturbações somáticas ou psicossomáticas. 11- Acontece algo muito parecido com o aborto. A maior parte das vezes é tudo feito secretamente de forma a que a perda da criança não é sequer conhecida. A mulher, confrontada com a decisão de fazer o aborto sente-se dividida: uma parte dela quer ficar com a criança. A outra parte sente-se incapaz de assumir tal responsabilidade. Acontece que, depois de um aborto, um dos cônjuges desenvolve algum ressentimento para com o outro que pode muitas vezes degenerar em divórcio porque a mulher sente que o marido não a acompanhou nem a encorajou a ficar como seu filho. Jean Manbourquette Auto-estima: o prazer de se olhar no espelho ![]() Algumas pessoas não parecem fazer nenhum esforço para sentir-se bem consigo mesmas. Outras, no entanto, olham no espelho e nunca ficam felizes com o que vêem. Por que? Auto-estima é o conjunto de crenças e atitudes que você tem em relação a si mesmo e ao pensamento de outros com relação às suas capacidades. Auto-estima é ter amor próprio, é se gostar, é ser positivo em relação aos acontecimentos da vida, por piores que pareçam. Auto-estima é levantar ao amanhecer e lembrar que você está vivo para mais um dia e agradecer ao Ser Supremo por sua vida. É olhar-se no espelho e se achar lindo e gostosão, mesmo com uns centímetros a mais na cintura, cabelos faltando ou muitos já brancos. Ter auto-estima é ter autoconfiança, é ser feliz, ter auto-respeito, ser seguro, ser humilde, franco e transparente. É gostar do mundo.” Auto-estima nasce com a gente ou vamos adquirindo? A nossa auto-estima é construída a cada momento de nossa vida. E começa com um ato sexual amoroso, de respeito, de aceitação e responsabilidade por uma vida que pode estar sendo gerada. Depois, pelos pensamentos positivos da mãe, pelas conversas com o bebê. É construída por um pré-natal correto e por um parto tranqüilo. Até mesmo o famoso “tapinha no bumbum” ajuda a moldar nossa auto-estima. A auto-estima é construída pela nossa educação, pelos ambientes em que vivemos e pelas pessoas com quem convivemos. Então, sem uma educação adequada ou um ambiente saudável uma criança vai ter problemas com a sua auto-estima? Sim, as chances são grandes. Porém, o mundo está cheio de exemplos de pessoas que superaram a tudo e viveram suas vidas de forma digna e feliz. Como saber se a minha auto-estima está baixa? Convivemos diariamente com pessoas que sinalizam uma “baixa-estima”. São pessoas que não confiam em seu potencial, que não se cuidam, pessoas que reclamam demais, pessoas que querem aparecer demais. Estes sinais, embora não signifiquem necessariamente problemas de auto-estima, sugerem alguma dificuldade nesta área. Não se vestir bem ou adequadamente. Vestir-se bem não é usar roupa de grife ou mesmo o top da moda, mas vestir-se com roupas adequadas ao ambiente que você freqüenta, sóbrias, limpas, passadas, com cheiro de limpa, com calçados limpos. Não procurar ter uma aparência saudável. A roupa também ajuda a melhorar a aparência, mas não é só isso que melhora o astral. Mulheres maquiadas e penteadas sem exageros, homens de barba feita ou bem aparada, cabelo penteado, pessoas com cheiro de banho, com olhos abertos e atentos, cabeça erguida, um lindo sorriso no rosto, isto tudo melhora a aparência, e garanto, faz você se sentir um vencedor mesmo não querendo... Viver reclamando que não consegue aprender nada, que ninguém gosta de você, que todos o desprezam, a vida está difícil etc. Vá a luta! Ocupe seu espaço na vida! Se você ficar olhando o trem da vida passar ficará o tempo todo no mesmo lugar. Entre nesse trem e viva a vida como passageiro. Vigie seus pensamentos, olhe a vida com os olhos do amor, seja feliz. Fazer das doenças, de coisas negativas e até mesmo da vida alheia seus assuntos prediletos. Novamente, vigie seus pensamentos, pois o seu inconsciente pode se acostumar com tantas coisas ruins e além de te deixar de baixo astral pode resolver lhe presentear com tudo aquilo que você tanto pensa. Levante a cabeça! Vista-se de campeão. Não gostar ou ter medo de abraçar, de sorrir, de beijar, ou mesmo de ser abraçada ou beijada. Não gostar do dia do seu aniversário. Anuncie ao mundo que você está vivo e quer ser feliz. Este sentimento irá tomar conta de seu coração e de sua mente, lógico que sempre com uma boa dose de bom senso, mas faça, muitas pessoas vão querer estar do seu lado. Ser arrogante, presunçoso, se achar sempre o máximo. Aproveitar-se do desempenho alheio para se valorizar, gostar de levar vantagem em tudo, fazer questão de se mostrar muito seguro de si e gostar de estar em evidência. Este perfil de pessoas é muitas vezes confundido. Dá a impressão falsa de que você está cheio de auto-estima, mas cuidado, muita coisa pode se esconder por traz de tantas penas de pavão, como insegurança, necessidade de reconhecimento e valorização, solidão, incompetência etc. Reconhecer nossas imperfeições para mudar e valorizar os nossos pontos fortes e criar relacionamentos sinceros e duráveis. Quando traímos nossos valores, traímos nosso inconsciente e nossa auto-estima também. Não ter objetivos, viver ao “sabor dos ventos”. Não ter opinião e ser uma “Maria vai com as outras”. Estabeleça objetivos para sua vida, de curto e de longo prazo. Organize-se para atingi-los. Escreva o que, quando e como quer os seus objetivos. Vigie seus pensamentos e construa o seu futuro. Não olhar nos olhos ou estar sempre de cabeça baixa ou, mesmo, não gostar de conviver socialmente, nas festinhas de amigos, restaurantes, show, turismo etc. Valorize-se, acredite em seu potencial, não tenha nada a esconder, tenha uma vida transparente e digna, valide-se. Em estatística, validar algo é testar e reconhecer o valor do resultado. Na vida, validar é reconhecer o seu potencial, e mais, o potencial das pessoas que convivem com você. Validar é ensinar, parabenizar, abraçar, beijar, sorrir, corrigir, encaminhar, dizer obrigado, por favor, levantar o polegar em sinal de positivo. Valide mais os outros, certamente os outros vão querer estar sempre perto de você e vão validá-lo. Cuide bem de seus relacionamentos sociais. Se sua auto-estima vai mal, a culpa é sempre dos outros? A todo o momento em nossas vidas estamos sujeitos a receber através de olhares, de comentários, de avaliação escrita ou de acontecimentos uma carga de críticas que podem derrubar a nossa auto-estima. Mas nós temos o poder de decidir se estas coisas vão ou não nos afetar. Nossa auto-estima vai mal por nossa culpa, porque nós permitimos que outros pilotem o avião de nossas vidas. Se o avião bater em algum prédio, fomos nós que permitimos. Qual é o papel dos outros no desenvolvimento ou não de nossa auto-estima? Nossa auto-estima pode ser moldada pela nossa educação e pelo ambiente em que vivemos, mas isto apenas enquanto não aprendemos a tomar decisões ou enquanto dependemos de outros para tocar nossa vida. A partir do momento em que você tem consciência para decidir sobre o que quer e o que não quer para sua vida, você não permite que os outros afetem sua auto-estima. Não é fácil, mas é uma questão de decisão, de querer ou não estar bem. Agora, os “outros”, ou melhor nós, temos um papel fundamental para elevar a estima dos outros. Fazemos isto dando atenção, aconselhando às vezes, pegando na mão, sorrindo, mas o fundamental e é ouvir muito. Fazendo isso estaremos elevando a nossa estima. O que mandamos para a vida ela nos devolve potencializado. Ouvi certa vez, de um amigo, que quando partirmos desta vida seremos muito cobrados pelo bem que deixamos de fazer pelos outros, mais até do que por aquilo que realizamos de bom. Muito do que escrevo ou falo não são palavras minhas, mas ensinamentos que recebi de outros através de diálogo, livros, estudos e observações. Acredito que tenho o dever de compartilhar e isto me faz bem. Que outras formas existem de lidar com nossa auto-estima que não dependam tanto da aprovação ou não de terceiros? Penso que mesmo trancando-se em casa para não ver mais a cara de ninguém ou mesmo quando partimos desta vida nunca deixamos de ser alvos de críticas e comentários destrutivos, negativos e muitas vezes injustos. A avaliação de terceiros deve ser encarada como crescimento, mesmo a avaliação negativa. Certa vez, ouvi a seguinte frase de uma pessoa que considero muito: “Bendito sejam os vencedores que se vangloriam de suas qualidades e apontam nossos defeitos, pois mostram os nossos erros e o caminho para o sucesso.” Ouvi esta colocação de Tadashi Kadamoto. Não sei se é de sua autoria e nem se são exatamente estas as palavras, mas elas marcaram um momento em minha vida. Acredito que encarando a crítica desta forma enfrentaremos os momentos difíceis com sabedoria e dignidade. Com certeza ainda vai doer, mas com menor intensidade e por um tempo menor. Existem formas ou técnicas ou truques para desenvolver a auto-estima? Ame-se incondicionalmente. Admire-se muito, acostume-se com sua imagem. Procure um bom fotógrafo e faça um retrato com uma roupa de “casamento”. Seja modelo por algumas horas. Admire seus traços, seus olhos, seu jeito. Filme-se com uma câmera caseira. Converse, cante, ria e fale com você mesmo e depois assista ao filme muitas vezes, até se acostumar com sua voz e imagem. Repare que em seu jeito tem muita coisa para ser admirada e talvez você seja muito parecido com pessoas de quem que você gosta, então você também é especial. Leia muito, leitura saudável, livros de auto-ajuda. Olhe para os lados e perceba que há pessoas em pior situação que você. Visite orfanatos, hospitais, lares de idosos. Distribua carinho e sentirá uma energia fantástica tomando conta de você. Desperte seu lado intelectual. Estude, faça cursos, participe de palestras, leia livros técnicos. Agregue valor a sua empresa chamada Você S/A. Você será notado, requisitado. Tenha uma crença espiritual. Confie em seu Ser Supremo, seu Deus, o Ser de Luz, dentro de sua crença. Ele sabe responder as suas dúvidas. Exponha-se mais, arrisque-se, mostre-se ao mundo. Viva em sociedade. Crie relacionamentos sinceros e duráveis. Escreva cartas, telefone, talvez até valha a pena arrumar um profissional especializado para te ouvir e te guiar. Ame-se! Seja feliz! Arrume um amante! Um texto que recebi recentemente de uma amiga dizia que temos que ter um amante para sermos felizes, seja um amante-trabalho, um amante-estudo, um amante-filhos-para-cuidar, livros para ler, internet para bate-papo, um amante-esporte para praticar, quadros para pintar, ou mesmo um amante-parceiro que te respeite e que pode ser até o que você já tem, mas todos devemos nos ocupar com nossos amantes e ser felizes. Adaptação do texto de Marcos Antonio Françóia A lição da culpa ![]() Há alguns anos, Sandra ficou encantada quando Sheila, sua melhor amiga, convidou-a para ser dama de honra em seu casamento. No dia, Sandra foi em seu carro novo buscar a noiva para levá-la à igreja. Estava chovendo e Sandra estacionou na garagem aberta do prédio de Sheila. A dama de honra ajudou a noiva a carregar para o carro as roupas que iria trocar depois da cerimônia e a bagagem da lua-de-mel. Sandra estava prestes a se sentar no banco do motorista quando Sheila disse: “Quero dirigir” “Você não pode ir dirigindo pra seu próprio casamento!” “Por favor, insistiu Sheila. “Isso vai me distrair e evitar que eu fique pensando em um milhão de coisas, inclusive que o sol decidiu não comparecer ao meu casamento.” Sandra concordou e lá se foram elas. Percorreram os poucos quilômetros até a igreja enfrentando um verdadeiro temporal. De repente, o carro derrapou, Sheila perdeu o controle da direção, o carro bateu em um poste e a noiva morreu instantaneamente. Sandra quebrou alguns ossos, mas sobreviveu. Ou seja, sobreviveu fisicamente. Sua psique, no entanto, focou gravemente ferida. Até hoje, vinte anos depois, Sandra é atormentada pelo que aconteceu naquele dia. “Se ao menos eu estivesse dirigindo”, queixou-se ela, “Sheila ainda estaria viva.” Fiz algumas perguntas a Sandra enquanto conversava com ela. “Você tem certeza absoluta de que Sheila teria sobrevivido se você estivesse na direção? Você sabia que ia acontecer um acidente? Você sabia que ela ia morrer? Você sabia que iria sobreviver e ela não?” a resposta a todas essas perguntas foi não. “Não, mas eu estou viva e ela morreu!” Estava claro que Sandra ainda era incapaz de se livrar da culpa. Perguntei: “Se as coisas tivessem acontecido ao contrario e você tivesse morrido, o que você gostaria que Sheila lhe dissesse? Em outras palavras, se em vez de você, fosse ela que estivesse aqui, e você pudesse falar com ela, o que lhe diria? Se você visse sua amiga, décadas depois, ainda atormentada pela culpa, o que você lhe diria a respeito do acidente?” Sandra levou um minuto para realmente se colocar no lugar da amiga. “Eu diria: era eu que estava dirigindo, e eu era responsável pelas minhas decisões. Ninguém me obrigou a dirigir e ninguém poderia ter me impedido. Era o dia do meu casamento e eu não teria aceito um não quando disse que queria dirigir”. Os olhos de Sandra se encheram de lagrimas e ela continuou: “Eu diria: Não foi sua culpa. Aconteceu. Não quero que você desperdice a sua vida se sentindo culpada”. Por que temos medo da morte? ![]() O que é medo Um sentimento demonstrado pelo receio, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo. Dentre os medos, a morte sempre foi aquele bicho papão terrível, visita indesejável, de tal modo que ninguém quer pensar nela. Mas será essa atitude saudável? Não seria melhor ponderarmos um pouco sobre o que ela é, na realidade, e como lidar com ela? Há como evitar esse medo? De maneira geral não. Não se trata apenas do medo do desconhecido, mas do desconhecimento de nossos próprios sentimentos, da dificuldade que temos em pensarmos no fato antes da ocorrência. Achamos que só vai acontecer com os outros e, porque a situação não nos gera prazer, evitamos mencioná-la em nossas reflexões. E, como reagem as pessoas? Pessoas existem que sabem que manteriam a tranqüilidade diante de uma morte decorrente de uma doença, mas que mantém duvidas quanto à reação da morte em um acidente ou fato inesperado. Outras pessoas, personalidades, que se cobram muito, que têm crises de consciência, que agasalham sentimentos de culpa têm realmente muito medo do que acontecerá depois. "Para morrer bem é preciso viver bem", ensinava Confúcio. Para viver bem basta seguir o ensinamento de Jesus: "Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo". Como saber se a minha auto-estima está baixa? ![]() Convivemos diariamente com pessoas que sinalizam uma “baixa-estima”. São pessoas que não confiam em seu potencial, que não se cuidam, pessoas que reclamam demais, pessoas que querem aparecer demais. Estes sinais, embora não signifiquem necessariamente problemas de auto-estima, sugerem alguma dificuldade nesta área. Não se vestir bem ou adequadamente. Vestir-se bem não é usar roupa de grife ou mesmo o top da moda, mas vestir-se com roupas adequadas ao ambiente que você freqüenta, sóbrias, limpas, passadas, com cheiro de limpa, com calçados limpos. Não procurar ter uma aparência saudável. A roupa também ajuda a melhorar a aparência, mas não é só isso que melhora o astral. Mulheres maquiadas e penteadas sem exageros, homens de barba feita ou bem aparada, cabelo penteado, pessoas com cheiro de banho, com olhos abertos e atentos, cabeça erguida, um lindo sorriso no rosto, isto tudo melhora a aparência, e garanto, faz você se sentir um vencedor mesmo não querendo... Viver reclamando que não consegue aprender nada, que ninguém gosta de você, que todos o desprezam, a vida está difícil etc. Vá a luta! Ocupe seu espaço na vida! Se você ficar olhando o trem da vida passar ficará o tempo todo no mesmo lugar. Entre nesse trem e viva a vida como passageiro. Vigie seus pensamentos, olhe a vida com os olhos do amor, seja feliz. Fazer das doenças, de coisas negativas e até mesmo da vida alheia seus assuntos prediletos. Novamente, vigie seus pensamentos, pois o seu inconsciente pode se acostumar com tantas coisas ruins e além de te deixar de baixo astral pode resolver lhe presentear com tudo aquilo que você tanto pensa. Levante a cabeça! Vista-se de campeão. Não gostar ou ter medo de abraçar, de sorrir, de beijar, ou mesmo de ser abraçada ou beijada. Não gostar do dia do seu aniversário. Anuncie ao mundo que você está vivo e quer ser feliz. Este sentimento irá tomar conta de seu coração e de sua mente, lógico que sempre com uma boa dose de bom senso, mas faça, muitas pessoas vão querer estar do seu lado. Ser arrogante, presunçoso, se achar sempre o máximo. Aproveitar-se do desempenho alheio para se valorizar, gostar de levar vantagem em tudo, fazer questão de se mostrar muito seguro de si e gostar de estar em evidência. Este perfil de pessoas é muitas vezes confundido. Dá a impressão falsa de que você está cheio de auto-estima, mas cuidado, muita coisa pode se esconder por traz de tantas penas de pavão, como insegurança, necessidade de reconhecimento e valorização, solidão, incompetência etc. Reconhecer nossas imperfeições para mudar e valorizar os nossos pontos fortes e criar relacionamentos sinceros e duráveis. Quando traímos nossos valores, traímos nosso inconsciente e nossa auto-estima também. Não ter objetivos, viver ao “sabor dos ventos”. Não ter opinião e ser uma “Maria vai com as outras”. Estabeleça objetivos para sua vida, de curto e de longo prazo. Organize-se para atingi-los. Escreva o que, quando e como quer os seus objetivos. Vigie seus pensamentos e construa o seu futuro. Não olhar nos olhos ou estar sempre de cabeça baixa ou, mesmo, não gostar de conviver socialmente, nas festinhas de amigos, restaurantes, show, turismo etc. Valorize-se, acredite em seu potencial, não tenha nada a esconder, tenha uma vida transparente e digna, valide-se. Em estatística, validar algo é testar e reconhecer o valor do resultado. Na vida, validar é reconhecer o seu potencial, e mais, o potencial das pessoas que convivem com você. Validar é ensinar, parabenizar, abraçar, beijar, sorrir, corrigir, encaminhar, dizer obrigado, por favor, levantar o polegar em sinal de positivo. Valide mais os outros, certamente os outros vão querer estar sempre perto de você e vão validá-lo. Cuide bem de seus relacionamentos sociais COMO PODEM AJUDAR OS AMIGOS E FAMILIARES? ![]() A família e os amigos podem ajudar a pessoa em luto passando tempo com ela. Não se trata de falar com ela sobre o sucedido, mas antes de estar com ela e demonstrar que estão presentes para o que for necessário neste período de dor e tristeza. É importante que a pessoa em luto, se necessitar, tenha alguém com quem chorar e falar sobre a perda sentida, sem que, aquele que a acolhe esteja permanentemente dizendo para se recompor e refazer a sua vida. Com o tempo, ela se recompõe, mas antes disso terá de chorar a pessoa perdida e de falar sobre ela. Se algumas pessoas têm dificuldade em perceber porque é que elas se mantêm sempre no mesmo assunto, ao invés de o ultrapassar, o fato é que este processo deve incluir estas fases para ultrapassá-lo. Só desta forma a pessoa em luto terá a oportunidade de nos dizer o que deseja e como se sente. Não nos devemos esquecer que datas importantes (o dia do aniversário, do casamento, etc.) poderão ser particularmente difíceis de reviver e pôr a pessoa em luto participando ativamente na preparação de tais celebrações poderá ajudá-la a não se sentir tão sozinha. É importante dar o tempo necessário à pessoa em luto para que o possa ultrapassar, pois de outra forma poderá vir a ter problemas no futuro. JÁ APRENDEMOS QUE ![]() . por pior que seja um problema ou situação, sempre existe uma saída. . que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar. . perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente. . é necessário um dia de chuva para darmos valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima. . heróis não são aqueles que realizam obras notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências dos seus atos. . não importa em quantos pedaços nosso coração está partido, o mundo não pára para que nós o consertemos. . ao invés de ficar esperando alguém nos trazer flores, é melhor plantar um jardim. . amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de nos fazer felizes. Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos e realizar os nossos sonhos. . o que faz diferença não é o que temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa família são os amigos que escolhemos. . as pessoas mais queridas podem às vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito, talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante. . toda mudança inicia um ciclo de construção, se você não esquecer de deixar a porta aberta. . o tempo é precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro. .que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. .a alegria não está nas coisas, está em nós. BEM VINDO À HOLANDA ![]() Frequentemente sou solicitada a descrever a experiência de dar à luz a uma criança com deficiência – Uma tentativa de ajudar pessoas que não têm com quem partilhar essa experiência única, a entendê-la e imaginar como é vivenciá-la. Nestas oportunidades reflito: Ter um bebê é como planejar uma fabulosa viagem de férias para a Itália. Você compra montes de guias e faz planos maravilhosos. O Coliseu, o Davi de Michelangelo, as gôndolas em Veneza. Você pode até aprender algumas frases em italiana. É tudo muito excitante. Após meses de expectativa finalmente chega o grande dia! Você arruma suas malas e embarca. Algumas horas depois você aterrissa. O comissário de bordo diz: “Bem vindos à Holanda!” Holanda? O que ele quer dizer com Holanda? Eu escolhi a Itália. Toda minha vida sonhei em conhecer a Itália! Mas houve uma mudança no plano de vôo. Eles aterrissaram na Holanda e é lá que você deve ficar. A coisa mais importante é que eles não te levaram a um lugar horrível, desagradável, cheio de pestilência, fome e doença. É apenas um lugar diferente. Com esta nova realidade você deve sair e comprar novos guia. Deve aprender uma nova linguagem. Provavelmente você irá encontrar um novo grupo de pessoas que nunca encontrou antes. É apenas um lugar diferente. É mais baixo e menos ensolarado que a Itália. Mas, após algum tempo, você pode respirar fundo e olhar ao redor e começar a notar que a Holanda tem moinhos de vento, tulipas e até Rembrandt’s e Van Gogh’s. Mas, todas as pessoas que você conhece estão ocupadas indo e vindo da Itália, estão sempre comentando sobre o tempo maravilhoso que passaram lá. E, por toda a sua vida, você dirá: “Sim, era onde eu deveria estar. Era tudo o que eu havia planejado.” E a dor que isso causa, nunca irá embora porque a perda desse sonho é extremamente significativo. (Autor desconhecido) E depois, o que acontece? Saiba como as religiões encaram a perspectiva de vida após a morte. Embora de
formas diferentes, todas acreditam que a Terra não é a última morada. Aos poucos, a vista fica embaçada. O corpo perde a força. O coração bate cada vez mais devagar... Devagar... Até parar por completo. A respiração cessa, o sangue deixa de circular e o corpo esfria. Não há mais vida. O medo de enfrentar esse momento acompanha o homem desde a infância. Um temor provocado por inúmeras dúvidas. Será que vai doer? Vou encontrar de novo com minha família? Existe vida após a morte? As religiões buscam acalmar essa angústia confirmando, de diferentes maneiras, a imortalidade do espírito. Nesse contexto, a fé nos consola e dá sentido à vida, pois explica de onde viemos e para onde vamos. A crença da vida após a morte depende do período histórico. Por exemplo: os antigos egípcios acreditavam que as pessoas podiam voltar do mundo dos mortos. Por isso, mumificavam o corpo a fim de preservá-lo para quando o espírito retornasse à vida. A idéia da alma imortal — que sobrevive à morte do corpo — ganhou força depois com a propagação do cristianismo. Mas judeus, budistas e muçulmanos também crêem na vida após a morte. Só não explicam em detalhes como ela é. A doutrina espírita é a que mais se preocupa em desvendar os mistérios da vida fora do corpo físico. Seus fundamentos baseiam-se em informações ditadas pelos que já morreram. ‘‘Se existem espíritos, por que eles não poderiam voltar para se comunicar com os seus’’, diz o Livro dos Espíritos (um dos pilares da doutrina). Veja abaixo como qual crença você mais se identifica. A morte, segundo as religiões Cada crença prega, à sua maneira, a imortalidade da alma. Conheça os rituais fúnebres de cada religião e a forma como eles encaram a existência após a morte Budismo Enterro: Deve-se queimar incenso durante o velório. O corpo é colocado num caixão com um rosário budista nas mãos. Um ou vários bonzos (iniciado nas escrituras sagradas de Buda) são chamados para celebrar o rito de despedidas finais. A cremação é recomendada. Depois da morte: o falecimento não é o oposto da vida, mas parte de um processo de evolução do espírito. Não se pode experimentar plenamente a vida sem se preparar para a morte. O homem não é julgado por Deus, mas por sua consciência e ações. A alma reencarna 49 dias depois para cumprir o karma (resultado das ações realizadas nesta vida). Espiritismo Enterro: Geralmente, algum palestrante é chamado para falar sobre a ‘‘desencarnação’’ (os espíritas não dizem morte. Para eles, o espírito não morre nunca. Ela apenas deixa o corpo e volta para o mundo espiritual de onde veio). Depois da morte: a alma (ou espírito) deixa o corpo, mas permanece com a mesma ‘‘personalidade’’. Alguns espíritos logo tomam consciência de que morreram e são encaminhados, por outros espíritos, aos hospitais das colônias (uma espécie de mundo paralelo onde vivem os que já morreram). Outros, demoram a perceber que não estão mais vivos e permanecem vagando na Terra. Há ainda os que vão para o Umbral, o ‘‘purgatório’’ dos espíritas. De qualquer maneira, depois de algum tempo, os espíritos que ainda não cumpriram sua missão voltam à Terra para reencarnar (nascer em outro corpo) . Igreja Adventista do Sétimo Dia Enterro: os adventistas têm um enterro similiar ao dos evangélicos (veja abaixo). Depois da morte: a sepultura é um lugar de inconsciência, descrito na Bíblia como se as pessoas estivessem dormindo. Quando Jesus voltar, haverá uma grande ressurreição daqueles que morreram desde o começo da humanidade. ‘‘Exatamente como Ele soprou vida dentro do primeiro homem e mulher, acordará as pessoas que dormem com vida nova.’’ Já os maus não padecem no fogo do inferno. Eles simplesmente não irão ressuscitar e deixarão de existir. Igreja Católica Enterro: um padre é chamado para rezar pelo falecido. Depois de sete dias é feita uma missa para iluminar o espírito no caminho da vida eterna. Depois da morte: os católicos acreditam na vida após a morte. Os bons vão para o céu, onde encontrarão a paz eterna. Os maus passarão por provações no inferno. Igreja Evangélica Enterro: o pastor é chamado para fazer um culto entregando a alma do falecido ao senhor Depois da morte: para os evangélicos a morte não é motivo de tristeza, mas sim de celebração. O espírito da pessoa que partiu volta para o lado de Jesus. Lá, fica esperando a volta de Cristo ao mundo dos vivos, que marcará o juízo final. Islamismo Enterro: quando um muçulmano morre, tiram-se todos os adornos (anéis, relógios e jóias) do corpo. Depois, deita-se a pessoa no chão com os pés em direção à cidade sagrada de Meca. O caixão deve ser o mais simples possível pois só serve para transportar o corpo, uma vez que o falecido deve ser enterrado na terra. O enterro deve ser realizado rapidamente. O morto é vestido com uma mortalha branca que lhe cobre todo o corpo, inclusive a cabeça. Depois da morte: Antes do enterro, a alma do falecido é visitada por dois anjos (Muncar e Nakir) que perguntarão qual a religião da pessoa e pedirão um relatório de suas boas e más ações. Este depoimento ficará registrado em um livro até o dia do Juízo Final. Os bons vão para o paraíso, cuja conotação é bastante sensual. Os homens, por exemplo, recebe um harém de virgens com olhos negros para servi-lo. Já os maus, vão para o inferno ou purgatório. Judaísmo Enterro: O corpo é colocado nu, no caixão, simbolizando o desapego aos bens materiais. Não se aprova a cremação pois o corpo deve permanecer íntegro. Um chazan (responsável por recitar as rezas judaicas) faz uma cerimônia de velação. O caixão deve ser preto com uma estrela de Davi branca, permanecendo fechado o tempo inteiro para preservar na mente dos parentes a imagem da pessoa viva. Depois da morte: o judaísmo não costuma oferecer detalhes sobre a vida após a morte pois defende que os judeus devem se preocupar com este mundo. Não com o reino dos céus. No entanto, a torá (livro sagrado dos judeus) prega a existência da ressurreição. ‘‘O corpo e a alma serão reunidos novamente depois de terem sido separados pela morte.’’ Tudo passa... ![]() Conta a velha lenda que um rei muito poderoso ao enfrentar um outro rei tão poderoso quanto ele, quase perdeu tudo. Foram anos de batalhas onde muitos soldados perderam a vida, e muito ouro foi consumido. A guerra só acabou com a morte do rei inimigo, mas custou muito caro ao vencedor, que sentiu o peso da miséria na sua própria vida. Foram necessários alguns anos para que o rei conseguisse de novo acumular fortuna, com muito trabalho nos campos e a conquista de outros lugares. Assim, meditando na sorte e no azar, na riqueza e na pobreza, o rei chamou seus sábios consultores e pediu que eles definissem em uma única frase esses dois momentos tão opostos…que desse força para que ele superasse a falta de recursos, os problemas e dificuldades, e quando na riqueza não esquecesse dos mais pobres, das dificuldades do povo que ele comandava. Essa frase vencedora, daria honras e glórias ao seu criador e seria escrita na bandeira daquele reino, e seria inserida no brasão real do rei, por isso os gênios de todos os cantos mandavam sugestões, enviando frases que mais pareciam histórias. Um dia, o rei em um dos seus passeios pelos arredores do seu reinado teve sede e parou perto de um casebre na estrada e um dos seus soldados bateu palmas. Um senhor bem sorridente o atendeu e logo trouxe água para o rei em uma caneca simples mas muito limpa, o que impressionou o rei, que também ficou impressionado com a pureza e o frescor da água. Curioso, o rei desceu e resolveu entrar no casebre e se surpreendeu com a paz do ambiente, com a limpeza e as pequenas flores em cada canto daquele cômodo humilde. O rei então perguntou ao camponês como ele conseguia ser feliz naquele lugar tão longe de tudo e vivendo em tamanha simplicidade. O camponês contou que no passado tivera bens e posses, era alfaiate e tinha uma grande freguesia, chegou a ter muito dinheiro, mas perdeu tudo com o ataque de um rei muito poderoso naquela região e ele teve que mendigar pelas ruas para comer . Andou muito, conheceu muitas vidas e muitas realidades, até encontrar esse lugar que hoje ele chama de "pedacinho do céu", e mostrou ao rei uma tabuleta onde ele mandou gravar a frase da sua vida…para que ele se lembrasse sempre, na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, na pobreza ou na riqueza que ele podia superar tudo, desde que se lembrasse dessa verdade escrita na tabuleta. Lá estava a frase que o rei tanto buscava, lá estava escrito em apenas uma linha toda a filosofia que seus sábios não souberam explicar, lá estava escrito: "Tudo passa!" E agora eu te ofereço essa tabuleta, leve-a com você por onde for, na certeza de que esse momento que você vive, seja ele de muita alegria ou de dor …vai passar e você deverá seguir em frente, sem olhar para trás, rumo a felicidade, na conquista do seu "pedacinho de céu", porque tudo passa, mas você é eterno. Mude e Marque ![]() O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas. Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente. . Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo. Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente). O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... São apagados de sua noção de passagem do tempo. Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir, as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... rotina. Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos. Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M ( Mude e Marque). Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas. Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais. Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo. Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente. Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos.. .em outras palavras... V-I-V-A. Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí. Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes. Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é? Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida... Por Airton Luiz Mendonça (Artigo do jornal o Estado de são Paulo) AMOR MAIÚSCULO ![]() Um homem bastante idoso procurou uma Clínica para um curativo em sua mão ferida, dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso. Enquanto o tratava, o jovem médico quis saber o motivo da sua pressa e ele disse que precisava ir a um Asilo de Velhos tomar o café da manhã com sua mulher que estava que estava Internada lá há bastante tempo ... Sua mulher sofria do “Mal de Alzheimer” em estágio bastante avançado... Enquanto terminava o curativo, o médico perguntou-lhe se ela não ficaria assustada pelo fato dele estar atrasado. - “Não, disse ele. Ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos ela nem me reconhece...” Intrigado o médico lhe pergunta: - “Mas se ela já nem sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?” O velho sorriu, deu uma palmadinha na mão do médico e disse: - “É verdade... ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem QUEM ELA É” Enquanto o velhinho saía apressado, o jovem médico sorria emocionado e pensava: “Esta é a qualidade de Amor que eu gostaria para a minha vida” O Amor não se reduz ao físico, ao romântico ... O Amor verdadeiro é a aceitação DE TUDO O QUE O OUTRO É ... DE TUDO O QUE O OUTRO FOI ... DO QUE SERÁ ... DO QUE JÁ NÃO É ... Como o bom velhinho, que também vocês amigos, possam dar e receber, em profusão, deste Amor Maiúsculo! REVOLUÇÃO DA ALMA ![]() Aristóteles, filósofo grego, escreveu este texto " Revolução da Alma“ no ano 360 A.C. e é eterno. Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. A razão da sua vida é você mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida, quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você. Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. Não coloque objetivo longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje. Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos, ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensas diariamente. Pare de pensar mal de você mesmo(a), e seja seu melhor amigo(a) sempre. Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida. A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las. NAMASTÊ ![]() A palavra NAMASTÊ é o cumprimento em sânscrito que literalmente significa “Curvo-me perante a ti”. É a forma mais digna de cumprimento de um ser humano para outro. Expressa um grande sentimento de respeito. Invoca a percepção de que todos nós compartilhamos da mesma essência, da mesma energia, do mesmo universo. NAMASTÊ possui uma força pacificadora muito intensa. Em síntese é: “Saúdo a você de coração”! E, deve ser retribuído com o mesmo sentimento. O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita você. O Deus que há em mim, saúda o Deus que há em você. A minha essência saúda a sua essência. O BHAGAVAD GITA
MEU AMOR E MEUS CUIDADOS EU TAMBÉM MEREÇO
Abaixo você vai encontrar uma relação de itens que o ajudarão na elaboração do
luto.
Conversando com as crianças sobre morte
O que é morte?
Magia dos 40 Conselhos de auto-ajuda, para você mudar seu estilo de vida para melhor
1 - Caminhe de 10 a 30 min. todos os dias. Enquanto caminha, sorria.
A arte de não adoecer
Dr. Dráuzio Varella
A Lição da Borboleta
Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a
borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu
corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Cuidando de nós
Apenas o tempo não é suficiente para reparar o luto. Pense sobre essas
sugestões: É preciso expressar os sentimentos
O psiquiatra inglês Colin Murray Parkes se dedica a estudar as questões que
envolvem o luto desde os anos 50. Para ele, a morte e o luto são eventos que
mudam a vida, e a perda faz parte desse processo. Não há dúvida de que o luto é
a experiência psicológica mais dolorosa que qualquer pessoa irá viver. O luto é
um preço que temos de pagar. Algumas pessoas acham seu luto tão doloroso que
ficam com medo de amar novamente. Mas o preço vale a pena, disse o psiquiatra
em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. PARTIDA E CHEGADA
Como seres imortais que somos todos nós ao encontro daquele que nos criou Conversa com minha filha.
Há uns dois meses estive no
Oceanário de Lisboa. Viu? linda, esse sentimento
materno-paternal esse afeto é, sem dúvida, um dos sentimentos mais
primitivos. Não do ser humano: dos animais, da vida. Não é por acaso que o sentimento de
culpa assalta a maioria dos pais que perderam filhos. Não importa que não tenham
tido nenhuma participação no evento que produziu a morte de seus amados; o
sentimento é de quem falha, de quem não conseguiu preservar sua cria, de quem
não foi fiel àquele sentimento primitivo. Felizmente, meu anjo, Deus me
livrou desse sentimento de culpa; mais ainda, me livrou de outros sentimentos
dolorosos que acompanham esse evento. Olha só! teu cãozinho Apolo
continua aqui, como lembrança viva da tua alegria.
Sim! Por falar em corretor
ortográfico: Cê devia tá aqui pra ver isso! Qué mais? Vichi! até teu irmão
casou. Já estamos bem, minha linda, já
voltamos a ter uma vida digna. Não é fácil! Pior ainda! Tenho visto, por
diversas vezes, o sofrimento de mulheres de quem os parceiros eram a
segurança, o provimento quando vêm esses mesmos parceiros dilacerados pela
dor. Aqueles de quem esperavam o esteio acabam por se fazer crianças de novo,
pra aprender a chorar a dor. Vida de enlutados é o maior
pé-no-saco! Mas depois... fica bom de novo. Olha só! Tu tem uma mãe porreta pra
diabo. Eu sei! como foi o primeiro ano dela, depois da tua morte.
Vichiiiiiiiiiiii! Vou te falar da Casulo; é esse o nome da associação de apoio a enlutados que sua mãe criou. Bonito, né? a gente quer proteger as lagartas, até que consigam, por si, virar borboletas. No começo, tinha alguma dúvida da
validade dessa ação acho que muitos pensam assim participar de grupos de
auto-ajuda, onde se processam sentimentos negativos, poderia piorar a situação.
Há coisas que ajudam: Acho, minha linda ao menos é essa
a minha experiência que o único jeito de superar esse círculo vicioso da dor é
processar o que chamo de mudança do foco. Vem, meu amor, quero comentar de
nosso segredo. Olha só! Outro dia, numa das
reuniões de auto-ajuda da Casulo, algumas mães falavam do quanto gostariam de
saber onde andavam seus filhos. Olha só pra isso! quem me ensinou o
Namastê foi tua mãe. A muié agora é yogue também. Então, bunitinha! eu sei que não
poderei mais conviver com a personalidade graciosa que você vivenciou nesta
família. Peninha! era uma coisa linda. Então ficamos assim: vai ajudando nosso processo de evolução. Anjo é pra essas coisas. Um beijo, meu amor. Namastê.
A dor de perder um filho é para sempre?
A perda de um filho implica num tipo muito particular de luto, pois
solicita adaptações tanto sob os aspectos individuais de
cada um dos pais no enfrentamento desta situação, como em
adaptações na relação com o(a) esposo (a),
no sistema familiar e na sociedade. Gabriela Casellato
Presentes que não custam dinheiro
O Presente de Escutar
-Você realmente deve escutar. Nada de interromper, nada de sonhar
acordado, nada de planejar sua resposta. Apenas escute com interesse,
afeto e atenção! "Dar o máximo. (D.Hélder Câmara)
Lidando com os filhos que ficaram Gabriela Casellato
18
dicas para a elaboração do luto
Desiderata Vá
placidamente por entre o barulho e a pressa e lembre-se da paz que pode
haver no silêncio. Tanto quanto possível, sem capitular,
esteja de bem com todas as pessoas. Fale a sua verdade calma e
claramente; e escute os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes;
também eles têm sua história. Evite pessoas
barulhentas e agressivas. Elas são tormento para o
espírito. Se você se comparar a outros, pode tomar-se
vaidoso e amargo; porque sempre haverá pessoas superiores e
inferiores a você. Desfrute suas conquistas assim como seus
planos. Mantenha-se interessado em sua própria carreira, mesmo
que humilde; é o que realmente se possui na sorte incerta dos
tempos. Exercite a cautela nos negócios; porque o mundo é
cheio de artifícios. Mas não deixe que isso o torne cego
à virtude que existe; muitas pessoas lutam por altos ideais; e
por toda parte a vida é cheia de heroísmo.
Aviso
às borboletas Rompi minha crisálida. MARINHO, Jorge Miguel. Na curva
das emoções. São Paulo: Biruta, 2005. (Prêmios
APCA - Melhor livro juvenil de 1990 - e FNLIJ - Altamente recomendável
para jovens) A lição da culpa Há alguns anos, Sandra
ficou encantada quando Sheila, sua melhor amiga, convidou-a para ser dama
de honra em seu casamento. No dia, Sandra foi em seu carro novo buscar
a noiva para levá-la à igreja. Sandra concordou e lá se foram elas. Percorreram os poucos quilômetros até a igreja enfrentando um verdadeiro temporal. De repente, o carro derrapou, Sheila perdeu o controle da direção, o carro bateu em um poste e a noiva morreu instantaneamente. Sandra quebrou alguns ossos, mas sobreviveu. Ou seja, sobreviveu fisicamente. Sua psique, no entanto, focou gravemente ferida. Até hoje, vinte anos depois, Sandra é atormentada pelo que aconteceu naquele dia. “Se ao menos eu estivesse dirigindo”, queixou-se ela, “Sheila ainda estaria viva.” Fiz algumas perguntas a Sandra enquanto conversava com ela. “Você tem certeza absoluta de que Sheila teria sobrevivido se você estivesse na direção? Você sabia que ia acontecer um acidente? Você sabia que ela ia morrer? Você sabia que iria sobreviver e ela não?” a resposta a todas essas perguntas foi não. “Não, mas eu estou viva e ela morreu!” Estava claro que Sandra ainda era incapaz de se livrar da culpa. Perguntei: “Se as coisas tivessem acontecido ao contrario e você tivesse morrido, o que você gostaria que Sheila lhe dissesse? Em outras palavras, se em vez de você, fosse ela que estivesse aqui, e você pudesse falar com ela, o que lhe diria? Se você visse sua amiga, décadas depois, ainda atormentada pela culpa, o que você lhe diria a respeito do acidente?” Sandra levou um minuto para
realmente se colocar no lugar da amiga.
Gostava tanto de você Não sei por que você
se foi Comentário: "A vida não
é medida pelo número de vezes que você respirou, mas
pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir...
de surpresa... de êxtase... de felicidade..."
Parábola:
da lagarta à borboleta Imagine uma lagarta. Passa
grande parte de sua vida no chão, olhando os pássaros, indignada com seu
destino e com a sua forma. "Sou a mais desprezível das criaturas
", pensa. "Feia, repulsiva, condenada a rastejar pela
terra". Um dia, entretanto, a Natureza pede que faça um casulo. A
lagarta se assusta - jamais fizera um casulo antes. Pensa que está
construindo um túmulo, e prepara-se para morrer. Embora indignada com a
vida que levou até então, reclama novamente com Deus. - " Quando
finalmente me acostumei, o Senhor me tira o pouco que tenho. "
Desesperada, tranca-se no casulo e aguarda o fim. Alguns dias depois,
vê-se transformada numa linda borboleta. Pode passear pelos céus, e ser
admirada pelos homens. Surpreende-se com o sentido da vida e com os
desígnios de Deus.
A ciência diz que a águia, entre todas as aves, é a que possui a maior longevidade, chegando algumas espécies a viver até 70 anos. Mas não são todas águias que alcançam essa idade. Ao redor dos 40 anos, devido ao seu processo natural de vida e de desgaste pelo tempo, a águia encontra-se na seguinte condição: - Suas unhas estão compridas
e flexíveis, não mais permitindo-a agarrar e prender as
presas das quais se alimenta; Nestas condições, voar e continuar vivendo torna-se-lhe um processo muito difícil! Então, respondendo ao instinto da vida, a sábia natureza incute-lhe uma questão que (instintivamente) obriga-lhe a uma séria e difícil decisão, propondo-lhe duas alternativas: 1 - Aceitar esta condição como irreversível e entregar-se ao processo lento e destruidor da morte, ou 2 - Enfrentar um dolorido processo de renovação, o qual irá durar aproximadamente 150 dias. Esse processo consiste em se aventurar em uma última caçada e, após obter sucesso, voar com a caça para um antigo ninho, no alto de uma montanha, próximo a um paredão, onde ela se recolherá e terá o abrigo e o alimento necessário para manter-se viva durante o processo pelo qual irá passar. Após acomodar-se neste antigo ninho e estar bem alimentada, a águia começa a bater com o bico em uma das paredes próximas ao ninho, até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, ela espera pacientemente o nascimento do novo bico, e com a força deste novo bico começa a arrancar suas velhas unhas, compridas e encurvadas pelo tempo. Espera novamente com paciência e, quando as novas unhas começam a nascer, movida por um desejo instintivo, passa a arrancar, uma a uma, as velhas penas das asas e a partir daí aguarda, com uma paciência e confiança que nos é incompreensível, o processo renovador da natureza. Todo este processo leva aproximadamente cinco meses e, quando a natureza completa o seu trabalho, a águia que optou por esta alternativa, aceitando este tremendo desafio, ganha o seu prêmio: sai para o famoso vôo da renovação e para uma nova vida de mais 30 anos." O que podemos extrair deste fato natural? Em nossa vida, são muitos os momentos em que encontramo-nos diante de grandes problemas de difícil solução e, diante deles, a nossa natureza sempre nos propõe duas opções: 1 - Aceitar passivamente o processo desgastante e destruidor do problema em si, com todas suas conseqüências intrínsecas, e morrer lentamente. 2 - Encarar o desafio de enfrentar o problema com audácia e coragem, confiando que a sábia natureza fará a sua parte, dispondo-nos de tudo o que lhe for possível, mas exigindo que também façamos a nossa parte. Para sobreviver aos problemas e encontrar a solução que buscamos, devemos reconhecer e renovar tudo aquilo que já está velho, inútil e sem utilidade; coisas, hábitos, conceitos e idéias que podem ter-nos sido úteis no passado, mas que agora impedem-nos de seguir adiante. Se acreditarmos na providência divina e persistirmos em fazer a nossa parte, conquistaremos a nossa vitória e o nosso prêmio! A arte de ser feliz
Mas todas as manhãs
vinha um pobre com um balde, e, em silêncio, Às vezes abro a janela
e encontro o jasmineiro em flor. Tudo está certo, no
seu lugar, cumprindo o seu destino. (Cecília Meireles)
A lição da águia A águia empurrou gentilmente
seus filhotes para a beirada do ninho.
Na rotina de cada dia Na rotina de cada dia acostumamo-nos
a ver todas as coisas
NÃO
APRESSE A CHUVA NÃO
APRESSE O PÔR DO SOL NÃO
APRESSE SUA ALEGRIA NÃO
APRESSE SEU SILÊNCIO
NÃO
APRESSE SEU AMOR NÃO
APRESSE SUA RAIVA NÃO
APRESSE O OUTRO NÃO
APRESSE A SI MESMO
Olhe para trás!
Veja quanto
você já aprendeu Olhe para frente! Olhe para dentro! Olhe para o
lado! Olhe para baixo! Olhe para cima! Olhe para Deus!
Aprendendo a morrer... A gente tem mesmo é que aprender a morrer todos os dias e a renascer quando a manhã se avizinha, antes que o sol nos flagre no processo. A gente tem mesmo que fazer isso e tentar escamotear o coração que anda aos pedaços, cansado dessa ciranda desgovernada. No meio de uma gargalhada, por causa de um caco que a atriz colocou no texto, vem a lembrança da noticia do jornal, lida pela manhã. Uma mulher morreu sem atendimento, no saguão da casa de saúde, porque sua filha tinha atrasado o pagamento da mensalidade do plano. A gente lê a notícia e finge que não leu, é claro; aprende a morrer quietinho, pra poder renascer lá na frente, mas aquilo fica queimando dentro, como uma fogueira desatada na alma, e a gente cansa uma hora, dá um vinco no rosto, que na verdade é uma tradução do vinco do peito, do coração, do corpo todo, repuxado, abusado, triste. Como é que uma coisa dessas pode acontecer? A gente se pergunta, em silêncio, secretamente, com vergonha da humanidade, com raiva de alguém que fez um juramento, que abraçou uma profissão tão bonita, tão nobre, essa de salvar vidas, de estender a mão e ajudar o criador na tarefa de aliviar os sofrimentos do mundo. A gente escuta isso tudo e finge que não escutou, mas morre um pouquinho. Morre e renasce lá na frente. Eu já morri inúmeras vezes. Tantas, que já perdi a conta. Morri no dia em que descobri que o amor não era para sempre e morri outra vez, quando soube que nada tinha sobrado dos escombros, nem mesmo aquela amizade que a gente apregoa, na hora da dor. Depois de renascer, eu olhei prá trás e já não reconheci mais o objeto amado. E morri uma outra vez, ao descobrir que o meu coração era tão sem vergonha quanto o de qualquer um. Um coração vagabundo. Um coração capaz de esquecer. Bem fazem os chineses que dizem eu te amo com todo meu fígado! É um órgão mais coerente. Mais afeitos às mudanças de estado. Provocado, ele cospe bílis e sai esverdeando o que outrora parecia ser uma realidade rósea. Eu te amo com todo o meu fígado! Deviam ensinar isso nas escolas! Morri outras vezes, também. Morri quando, há muito tempo atrás, um diretor me chamou num canto e me mandou embora da peça que eu estava ensaiando, com as palavras mais cruéis que alguém já me disse: eu só trabalho com gente de talento. Saí daquele teatro com a sensação de que eu não seria capaz de dar dois passos. Saí dali e decretei a morte em vida, o luto desesperado. Mais na frente, quando ninguém estava olhando, eu renasci. Voei para longe daqui e voltei para recuperar a vida e o meu sonho. Morri quando minha mãe morreu e renasci na lembrança dela. Morri a cada noite no palco, as mortes das personagens, morri na televisão, de várias maneiras, morri na ficção e sempre me pareceu curioso ver a emoção de alguém ao olhar para aquela morte. Prá mim, sempre foi fácil interpretar esse tipo de cena. Sou calejado nesse ofício. Sei morrer como ninguém. E renasço adiante. Um pouco machucado, o passo vacilante, mas logo me aprumo. É preciso aprender a morrer, senão a vida acaba antes de começar. Mas falando em vida, eis que volto para o Rio e encontro outra vez a luz dessa cidade. Não há céu como esse, não há luminosidade como essa, o ar carregado de iodo e sal, o presente que é o olhar para os lados e se deliciar com tanta beleza. Voltar para o Rio é, por si só, um renascimento. A gente cai na estrada, mas o Rio nos dá uma preciosa ajuda na hora da ressurreição. Fico na varanda, olhando para a Lagoa e lembro da luz da Ilha do Governador. Eu juro que não estou exagerando, mas a luz daquele lugar é mágica. Foi ali, no começo de tudo, que eu aprendi a amar a luz. Foi ali que eu intuí que a luz daqueles céus se espalhava prá além da extensão de água e que era preciso seguir viagem. Na época, é claro, eu não sabia que tantas mortes me aguardavam pelo caminho. Tenho até hoje comigo, um pedaço de uma velha agenda, uma bobagem que eu rabisquei há muito tempo, no dia em que fiz dezessete anos. Ali, naquele pedaço de papel, há tanta esperança, tanta alegria e tanta coragem, que me comove olhar para alguém que eu fui, um aprendiz de vida, um aprendiz da morte. Termino a crônica com algumas palavras de Gore Vidal. É o fim de seu romance Juliano e eu trago comigo, porque essas palavras aquecem minha alma e me fazem acordar novamente com esperança. Aí vão as palavras de Mr. Vidal: "A luz se foi e agora nada mais resta a não ser esperar por um novo sol, um novo dia, nascido do mistério do tempo e do amor do homem pela luz." Renasçam! Vale a pena! (Miguel Falabella)
Regras para ser humano Você receberá
um corpo. Poderá gostar dele ou odiá-lo, mas ele será
seu durante esta jornada.
O que é vida
O bosque estava quase deserto quando um homem se sentou para ler em baixo dos longos ramos de um velho carvalho.
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